Conhecendo o Radar de Fraiburgo

Galeritchos,

Fraiburgo tem algumas tecnologias que tiveram grande impacto nem nossas vidas e na vida de suas bilhares de maçãs. Uma delas é a previsão de granizo através do radar lá dos lados de Lebom Régis.

Para os pessoal que viveu no início dos anos 90, deve lembrar muito bem dos foguetes que explodiam acima das nuvens. Era uma gerra declarada contra a natureza. A história completa está neste vídeo extremamente bem feito pela super equipe da TV Tchô!

Em uma das oportunidades em Fraiburgo tive a oportunidade de conhecer a família do senhor Valeri que foi fundamental na implementação das tecnologias – Neste artigo estão as entrevistas – Um pouco da Russia Lá no Frai.

Parabéns a toda equipe da TV Tchô! Esperamos que mais e mais documentários da nossa região aconteçam, até no futuro vamos desenvolver algo em inglês para contar nossa história fora do país, seria uma ótima!

Greetings Lá no Frai!

Pequenos fatos da jovem Fraiburgo

Oi Tchozinhos e Tchozinhas,

Urtimamente as coisas andam bastante corridas, com muitas transformações na vida pessoal e profissional, mesmo assim, quando sobra um tempinho ainda ei de postar mais coisas topinhas sobre a jaguarinha da cidade de Fraiburgo.

Viu, então aí vai umas fotos que encontrei aqui em casa e que foram pelo meu pai, o seu Vadico da Artecouro. Para quem viveu esses anos, são imagens de grande valor, mas para os demais também!

Bueno, como recomendação a todos os interessados na preservação da história da cidade, segue aqui o link do grupo de facebook com o maior repositório de fotos antigas do Frai, vale a pena dar uma negaciada firme!

Este é o link – https://www.facebook.com/groups/1642951382592433/

Um forte abraço e saudações Tchozinhas!

O que significa tchô e tchozinho?

Olá tchozinhos(as),

Fazem alguns anos que o termo tchozinho e tchozinha foi criado e no artigo de hoje vou descrever sua origem e significados da maneira mais didática possível.

Definições

Tchô(a) – Adjetivo ou Substantivo da língua portuguesa moderna usada como vocábulo na região central de Santa Catarina com exceção de Curitibanos, lá eles falam “o Teu”. São muito estranhos!

Origem

A origem do vocábulo está alicerçada nos pilares da cultura tchozina, cultura essa que é específica da região do contestado e que tem o sotaque vinculado ao interior do Paraná na área do dialeto oficial “Dialeto Sulista” (Mais informações sobre este dialeto neste link oficial) .

O Dialeto sulista e tchozino se difere do sotaque gaúcho de diversas formas e é tradicionalmente confundido por pessoas de outras regiões do país e até pelo litoral de Santa Catarina.

Uma das diferenças mais marcantes é a pronúncia da letra R de forma mais turbinada e aspirada no centro da garganta e sem a vibração final da língua contra os dentes. Algo similar ao “R” do Interiorrr de São Paulo. Mais informações neste artigo “Mapa dialetal de Santa Catarina

A palavra tchô, de Tchô Quenorris! é uma derivação da palavra espanhola “Che” de “Che Guevara”. Outras derivações ou palavras irmãs são: o “Tché” do dialeto gaúcho e “tchó” com o “O” aberto do dialeto do extremo oeste de Santa Catarina conhecido como “le gringonês Italianus”.

Exemplos didáticos

O termo tchô, apresenta uma desenvoltura semântica mais livre que o permite ser usado tanto como adjetivo, indicando um tipo de pessoa desconhecida ou como um substantivo. Mas atenção, não é oficialmente permitido usar o plural, soa estranho e e estrangeiro fazer isso.

Vamos estudar alguns exemplos

Diferentemente do Tché que é apenas adjetivo e não permite a substantivação como no exemplo:

“Filho venha aqui, tem dois tchês que querem falar contigo”

Tchô permite ser utilizada como adjetivo e substantivo.

Tchô como adjetivo:

Ex. 1:

“Era um cara bem tchô mesmo, alí de Caçador, vivia de moto pra lá e pra cá sem capacete ali em Rio Das Antas e as vezes se bandiava até Videira, era meio loco mas gente boa até, as vezes jogava bola lá na arte ca piazada tudo”

Ex. 2:

“Esse é de São Paulo, aquele lá é do Rio de Janeiro, aqueles quatro lá no final são tudo tchô, um de Fraiburgo de Videira e um de Joaçaba. O outro lá de costa e blusa vermeia só trovando não sei direito da onde que é, mas é tchô tamém.”

Tchô como substantivo:

O substantivo tchô se refere normalmente a tipos de pessoas da qual sua identidade não é conhecida ou não importa muito saber, é uma forma genérica de associar uma ação à alguém que vem do desconhecido já que “Cara”, “Rapaz”, “Homem”, “Senhor”, não alcançam, de sobremaneira, a profundeza do significado que o termo carrega. O coletivo de tchôs é “tchozedo”. Outro motivo importante para a escolha da palavra tchô no dia a dia é a facilidade cognitiva para montar as frases, pois é, sem dúvida, mais fácil e prazeroso pronunciar Tchô do que investigar o indivíduo e tal.

Ex.1:

“Filho venha aqui ligero, tem dois tchô que querem falá contigo, apure ligero!”

 

Ex. 2:

“Só um tchô não da conta de empurrá o fuque pra chegá no posto, é muito empenho! Tem que forcejá muito!”

Ex. 3:

“O tchô! mas pare!  Largue mão dessa tchoa, vai lá e pegue o carro de volta e não dexe ela te batê mais de novo. Zulivre!”

Ex. 4:

“Mas quem é o tchÔ que ganhô na megasena de novo só com os número dos calibre de árma? Mas é um largo”  Obs. Largo é sortudo no dialeto.

Tchozinho(a)

A palavra Tchozinho tanto no masculino como no feminino e sem a existência de plural do pode ser livremente usada em expressões como:

“Os tchozinho do Frai se pincharam na kombi do véio e se bandiáram tudo”

A expressão foi criada aqui no blog no início de 2011 como uma criação associada ao carinhoso “manezinho da ilha” que se refere aos nativos da cultura açoriana no litoral de Santa Catarina. Não havia um paralelo na cultura tchozina. Com o tempo o termo se consolidou nas conversas da família Quenorris. Conversa entre Tchô e Tchozinho Quenorris sobre termos linguísticos

Tchô no Futebol

O tchô é um jogador de futebol, no vídeo a seguir está uma sequência dos gols mais bonitos do tchô. Só prometam que não vão rir néh tchozedo?

Tchô nos Estados Unidos

Na região norte da América há um tipo de chocolate bastante famoso chamado Tchô no vídeo a seguir está uma explicação em inglês da produção de Tchôs.

Bom tchozinhos e tchozinhas, está tudo explicado. Qualquer dúvida escrevam e não deixem de compartilhar essa riqueza local com os amigos. Ah, no natal não esqueça de compra uma caixa de tchô pros amigos(as).

Saudações tchozinas!

A difícil arte de promover Fraiburgo

Oi pessoal,

Esses dias estava fazendo alguns pesquisas (sempre estou pesquisando sobre o Frai nas horas vagas). Aí, comecei  a notar, a quantidade desproporcional de notícias ruins, assaltos, acidentes e outras coisas más sendo compartilhadas aos montes. Podem ver.

Infelizmente são coisas muito tristes e que não deveriam estar acontecendo no famoso Frai, uma cidade pacata do sul do Brasil. O que é brabo é que além de certas coisas estarem acontecendo, a notícia disso tende a viralizar de tal forma que as vezes até parece que existe um orgulho embutido (uma mágoa talvez) de ser notícia nacional por algo ruim, isso não está certo! Nem do ponto de vista dos fatos, nem da forma como todos lidam com a informação.

O posicionamento

  • Fraiburgo tem muita história relevante a nível nacional e até mundial para contar, mas é preciso que os tchozinhos(as) contem, anotem, registrem, ouçam, entrevistem, sejam curiosos, busquem informações e gerem artefatos de patrimônio intangível deste único espaço no mundo.
  • Temos que ser notícia pelo trabalho top que fazemos, pelo patrimônio que criamos, pelos valores que cultivamos e na pela forma que nos expressamos. Talvez vocês nem saibam, mas Fraiburgo está se destacando na área de tratamento de olhos e em outras coisas legais, pois é, isso não é compartilhado, porque seria se é muito melhor compartilhar um tiroteio, uma briga de rua, um assalto ou um acidente?

A visão de futuro e a decisão

O que plantamos hoje é o que vamos colher amanhã! Não estou falando de maçãs, estou falando do que expressamos e das informações que serão disseminadas.

Fica a reflexão de decidir entre compartilhar notícias ruins ou criar conteúdo de valor sobre a cidade e a cultura da região, sobre seu próprio negócio que gera emprego e renda e etc. Pensar duas vezes ou até umas 10 vez sobre o que ganhamos denegrindo aos 4 ventos as coisas que devemos cobrar dos nossos gestores e até da irresponsabilidade dos motoristas é uma decisão inteiramente pessoal e existem várias formas de resolver o problema antes de sair clicando.

Posicionamento pessoal

Aproveitando as palavras ditas, reparem que as pessoas de sucesso e que geralmente são lembradas, também estão sempre se relacionando com temas positivos, coisas novas, agradáveis e de valor (baita coincidência neh). Pessoas problemáticas tendem estatisticamente a agirem repetidamente e de forma negativa. Quando dizem que nada é por a caso, podem ter certeza que não é mesmo e nem deveria ser.

Buscar pontos positivos e tentar ajudar gasta muito mais energia, dá muito mais trabalho e etc,  por isso é uma arte….

Então é isso! Saudações Tchozinas!

Abaixo uma foto do Fernando Varella do nosso lago da Araucárias.

Desenhos do passado

O senhor Otto Hoppen, tinha a coragem de tirar fotos aéreas na região na década de 70, após a revelação, coloria manualmente as fotos. Este é o antigo escritório da Renar na frente do Fraiburguense. Além disso fica a percepção da vasta influência alemã na cultura e na arquitetura da cidade. Imagem para a história da cidade.

Atualmente esta obra pode ser encontrada na casa da cultura.

O ginásio do sedes

Para quem não é de Fraiburgo, talvez essa foto não tenha muito sentido, para os Fraiburguenses é um portal de viagem ao passado. Esse salão tem história. Falando bem sério, os engenheiros que construíram isso lá nos anos de 1970 eram engenheiros eram top e linha! Uma vez até tive a oportunidade de ver por cima a estrutura toda de madeira, impressionante. Peço de uma Fraiburgo cheia de riquezas pouco divulgadas e apreciadas.

Lá no Frai é assim!

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