Category Archives: Depoimentos

Joni Hoppen durante sua primeira apresentação em alemão na Alemanha, mostrando Fraiburgo, a Terra da Maçã

Fraiburgo, no Brasil, ou Freiburg, na Alemanha: qual é mais bonita?

🇧🇷 Português · 🇬🇧 English · 🇩🇪 Deutsch

🇧🇷 Português — O Frai falando alemão

Servus, piazada! Bão?

Fiz minha primeira apresentação em alemão aqui na Alemanha. Foram cerca de 25 minutos falando sobre Fraiburgo. Em alemão. Sim, aquele idioma que às vezes guarda o verbo para o fim e deixa a gente esperando para descobrir o que aconteceu. 😄

Ainda estou longe da fluência. Mas já estou cada vez mais longe do ponto zero. E estou muito feliz com essa pequena grande vitória.

Fraiburgo ou Freiburg?

O título já dava assunto: “Fraiburgo oder Freiburg?” Nomes parecidos. Duas cidades. Duas histórias.

Freiburg tem o Münster, os Bächle e a Floresta Negra. Fraiburgo tem maçãs, araucárias, o Lago das Araucárias e cachoeiras na região. E capivaras. Porque elegância também pode andar devagarinho na beira do lago.

Na apresentação, levei um pouco da Terra da Maçã para a sala de aula. Mostrei o Castelinho, o Hotel Renar, a Floresta René Frey e nossas paisagens. Teve até foto histórica de neve. Brasil com neve? Pois é, tchozinho. O Brasil é bem maior que o cartão-postal da praia.

A língua da família. A minha história.

Para mim, aprender alemão tem um significado muito especial. É conhecer a língua materna de parte da minha família. É chegar mais perto das minhas raízes. E fazer uma nova conexão com o Brasil, agora vivendo do outro lado do oceano.

Minha apresentação também passou pela imigração e pela diversidade de Fraiburgo. Povos indígenas e influências alemãs, italianas, portuguesas, francesas e japonesas fazem parte dessa história. Até o Castelinho tem um capítulo francês, com sua arquitetura inspirada na Normandia.

O Frai vai junto

Desde 2005, venho reunindo fotos e histórias para o Lá no Frai. Em 2006, o projeto ganhou também o inglês. A vontade continua a mesma: mostrar Fraiburgo para o mundo e incentivar os mais jovens a estudar idiomas. Agora o alemão está entrando nessa conversa. Ainda devagarinho. Com o dicionário por perto.

Essa história foi construída por muita gente: famílias, fotógrafos, professores, historiadores, leitores e voluntários. Obrigado a todos que compartilharam uma foto, uma lembrança ou uma história. Um pedaço dessa contribuição foi comigo para a apresentação.

Conhecer as próprias raízes dá coragem para ir mais longe. E aprender um idioma abre uma porta. Às vezes a gente entra meio tropeçando. Mas entra!

Um abraço do Joni. Willkommen in Fraiburgo! 🍎

Lago das Araucárias em Fraiburgo
Lago das Araucárias · Fraiburgo, Brasil / Brasilien / Brazil
Castelinho de Fraiburgo
Castelinho · Um capítulo francês / Ein französisches Kapitel / A French chapter

🇬🇧 English — A little of Frai, in German

Servus, everyone! How are you doing?

I gave my first presentation in German here in Germany. About 25 minutes talking about Fraiburgo. In German. Yes, the language that sometimes saves the verb for the end and keeps you waiting to find out what happened. 😄

I am still far from fluent. But I am getting further and further from where I started. And I am very happy about this small, big achievement.

Fraiburgo or Freiburg?

The title was a conversation starter: “Fraiburgo oder Freiburg?” Similar names. Two cities. Two stories.

Freiburg has its Münster, its Bächle and the Black Forest. Fraiburgo has apples, araucaria trees, Lago das Araucárias and waterfalls in the region. And capybaras. Because elegance can also take a slow walk by the lake.

I brought a little of Brazil’s Land of the Apple into the classroom. I showed the Castelinho, Hotel Renar, René Frey Forest and our landscapes. There was even a historical photograph of snow. Snow in Brazil? Yes! Brazil is much bigger than a beach postcard.

My family’s language. My own story.

Learning German means something very special to me. It brings me closer to the mother tongue of part of my family. Closer to my roots. And it creates a new connection with Brazil, now that I live across the ocean.

My presentation also explored immigration and Fraiburgo’s cultural diversity. Indigenous peoples and German, Italian, Portuguese, French and Japanese influences are part of this story. Even the Castelinho has a French chapter, with architecture inspired by Normandy.

A little of Frai travels with me

I have been collecting photographs and stories for Lá no Frai since 2005. English joined the project in 2006. The purpose remains the same: to introduce Fraiburgo to the world and encourage younger generations to learn languages. Now German is joining the conversation. Slowly. With a dictionary nearby.

Families, photographers, teachers, historians, readers and volunteers helped build this shared story. Thank you to everyone who contributed a photograph, a memory or a story. A little of your contribution travelled with me into that classroom.

Knowing your roots gives you courage to go further. Learning a language opens a door. Sometimes you stumble on the way in. But you make it through!

A big hug from Joni. Willkommen in Fraiburgo! 🍎

Hotel Renar coberto de neve em foto histórica
Hotel Renar · Foto histórica com neve / Historisches Foto mit Schnee / Historical snow photograph

🇩🇪 Deutsch — Ein Stück Fraiburgo auf Deutsch

Servus zusammen! Alles gut?

Ich habe meinen ersten Vortrag auf Deutsch hier in Deutschland gehalten. Etwa 25 Minuten über Fraiburgo. Auf Deutsch. Ja, die Sprache, in der das Verb manchmal erst am Ende kommt. Bis dahin wartet man gespannt: Was ist eigentlich passiert? 😄

Ich spreche noch lange nicht fließend Deutsch. Aber ich bin schon viel weiter als am Anfang. Und über diesen kleinen großen Erfolg freue ich mich sehr.

Fraiburgo oder Freiburg?

Der Titel war ein guter Anfang: „Fraiburgo oder Freiburg?“ Ähnliche Namen. Zwei Städte. Zwei Geschichten.

Freiburg hat das Münster, die Bächle und den Schwarzwald. Fraiburgo hat Äpfel, Araukarien, den Lago das Araucárias und Wasserfälle in der Region. Und Capybaras. Auch sie können ganz elegant am See spazieren. Nur etwas langsamer.

Ich habe ein Stück „Land des Apfels“ in den Unterricht mitgebracht. Ich habe das Castelinho, das Hotel Renar, den René-Frey-Wald und unsere Landschaften gezeigt. Auch ein historisches Foto mit Schnee war dabei. Schnee in Brasilien? Ja! Brasilien ist viel mehr als eine Postkarte vom Strand.

Die Sprache meiner Familie. Meine Geschichte.

Deutsch zu lernen bedeutet mir sehr viel. Es ist die Muttersprache eines Teils meiner Familie. Durch die Sprache lerne ich meine Wurzeln besser kennen. Und ich finde eine neue Verbindung zu Brasilien, obwohl ich jetzt auf der anderen Seite des Ozeans lebe.

Im Vortrag ging es auch um Einwanderung und die kulturelle Vielfalt von Fraiburgo. Indigene Völker sowie deutsche, italienische, portugiesische, französische und japanische Einflüsse gehören zu dieser Geschichte. Auch das Castelinho hat ein französisches Kapitel: Seine Architektur ist von der Normandie inspiriert.

Ein Stück Fraiburgo kommt mit

Seit 2005 sammle ich Fotos und Geschichten für Lá no Frai. Seit 2006 gibt es auch Texte auf Englisch. Mein Ziel bleibt gleich: Fraiburgo der Welt zeigen und junge Menschen zum Sprachenlernen motivieren. Jetzt kommt Deutsch dazu. Langsam. Das Wörterbuch bleibt in der Nähe.

Viele Menschen haben diese Geschichte mit aufgebaut: Familien, Fotografen, Lehrer, Historiker, Leser und Freiwillige. Danke für jedes Foto, jede Erinnerung und jede Geschichte. Ein Stück davon habe ich in meinem Vortrag mitgenommen.

Wer seine Wurzeln kennt, kann mit Mut weitergehen. Eine neue Sprache öffnet eine Tür. Manchmal stolpert man beim Reingehen. Aber man kommt hinein!

Liebe Grüße von Joni. Willkommen in Fraiburgo! 🍎

Cachoeira na região de Fraiburgo
Cachoeiras da região / Wasserfälle in der Region / Waterfalls in the region

📽️ Veja a apresentação / View the slides / Präsentation ansehen

Quer conhecer melhor o Frai? Veja os slides da minha primeira apresentação em alemão.

Want to discover more about Fraiburgo? Explore the slides from my first presentation in German.

Möchtest du Fraiburgo besser kennenlernen? Hier sind die Folien meines ersten Vortrags auf Deutsch.

Abrir apresentação / Open presentation / Präsentation öffnen ↗


Lá no Frai é assim… Fraiburgo, a Place to be discovered!

Fotos selecionadas da apresentação “Fraiburgo oder Freiburg?”, de Joni Hoppen. / Bilder aus dem Vortrag von Joni Hoppen. / Images selected from Joni Hoppen’s presentation.

Leia também / Also read / Auch lesen: Servus! Fraiburgo Brasil / Memmingen Deutschland

Depoimento

 Lembro bem o dia que saí do Frai, de mala e cuia, rumo a São Paulo. Chegando aqui me senti “resabiada”, literalmente “negaciando” tudo, até porque era muito nova pra mim essa vida em uma cidade grande. Logo nas primeiras semanas já percebi a grande diferença com o Frai, eu não conhecia ninguém, a não ser minha família, nem vizinhos, se bem que isso não foi só no começo, até hoje conheço uns dois de vista. Era bom por um lado conhecer boa parte dos fraiburguenses, e é um pouco estranho não cumprimentar as pessoas na rua, e nem ter uma rua do “zig-zag”.

 O negocio é diferente por aqui, não posso nunca se esquecer de “chaviá a porta”, por que a “piazada” é ligeira, sempre tem alguém de “butuca”.Ah, tem o tal de congestionamento também, um monte de carro “entuiado”, que saudade da falta de trânsito por aí. Filas também, mas vontade não me falta de “atorar” essas filas, e chegar mais cedo em casa, para aproveitar e fazer o “rancho” com meu pai, como acontecia antes.

Esse ano começou minha faculdade, faço o curso de Direito, na PUC-Campinas, e lá fui eu novamente conhecer mais pessoas, e uma nova cultura, já que fica em outra cidade. Conheci amigos chatos, que gostam de me ouvir falar “leiTE, quenTE que da dor no denTE”, mas posso dizer que já estou “matando a pau”, o difícil foi aprender essas gírias usadas por aqui, mas com o tempo aprendi, porém “me negó” usar.

 Tem as baladas também, imaginem uma fraiburguense acostumada a sair, e conhecer todo mundo, chega à balada pra essas “banda” e ouve um “Oi, gatinha” rsrs, “Vai-te-loco”, mas a gente aprende a lidar, e aprende os melhores lugares para frequentar.

 “De vereda” tudo mudou, a saudade do Frai é grande, nem com tanta opção de lugares, a gente esquece-se de onde veio, mas sempre apareço, até por que a “Dona Varda” minha vó, mora lá. Falo sempre de boca cheia que sou de FRAIBURGO, a Terra da Maça, eu sei que ninguém conhece, mas é sempre bom lembrar que venho de uma cidade da simplicidade, da hospitalidade, da gentileza de muitos.

Faço das palavras de um Tchozinho lá do Frai, as minhas “Não permita Deus que eu morra, sem que eu antes vorte pra lá”

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Lá no Frai é assim… Fraiburgo, a Place to be discovered!

O projeto nasceu em 2006 para preservar a cultura “Tchô” ou “Tchozina” e memória de Fraiburgo, abordando também temas valiosos de toda a região, de Santa Catarina e do Brasil. Hoje, o projeto que nasceu bilingue alcança milhares de leitores em varias partes do mundo. Tudo isso só é possível com a ajuda de voluntários, apoiadores e leitores como você. Quer compartilhar algo com a gente? Fale conosco!

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The project was born in 2006 to preserve the Tchô culture and memory of Fraiburgo, also covering valuable topics from the entire region, Santa Catarina, and Brazil. Today, this bilingual project reachesthousands of readers across the globe. All of this is only possible thanks to volunteers, supporters, and readers like you.

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Nossa história contada pela gente!

Então tchozinhos(as), se a gente não sober contar nossa história há duas coisas que podem estar acontecendo:

01 – Não há história e conteúdo pra contar ( o que é meio DIFICER)

02 – Não conhecemos ou valorizamos adequadamente os fatos da nossa realidade.

Capturamos esse vídeo rodando na internet meio que de “revesgueio” e agora republicamos parabenizando os alunos que investiram no estudo e nas edições do material.

Temos que contar nossa própria história, pois somos nós que a fabricamos todos os dias, é a nossa vida, o nosso jeito, é o nosso lar, é o nosso Frai! Ainda vamos contar nossa história em inglês para que outros países nos conheçam 🙂 – Lanofrai

SINOPSE

Bons lugares formam bons empreendedores ou bons empreendedores formam bons lugares. Esse vídeo retrata a história e o pioneirismo dos visionários irmãos Frey, que chegaram no Sul do Brasil, quando estavam fugindo da Primeira Guerra, e se instalaram em um local sem perspectiva de sucesso, mas com muito trabalho e objetivos desenvolveram um importante centro econômico que passou a se chamar Fraiburgo (em alemão terra protegida e livre). Após anos de muito trabalho e investimentos a família estabelece diversos empreendimentos. Dentre os mais notórios foram: As Serrarias, fábricas de móveis e caixas, hotelaria e principalmente a técnica do cultivo da maçã. ARGUMENTO Enaltecer e conservar a história de um lugar é extremamente necessário para se manter viva a cultura de seu povo. Com isso é importantíssimo traçar uma cronologia da trajetória do munícipio de Fraiburgo, o qual destaca-se a vinda da família Fray.

ROTEIRO

1 ª CENA: Luiz entra apresentando a sinopse resumida enquanto vem se aproximando da câmera. Local: Casa da Cultura.

2 CENA: Pedro inicia a cronologia até 1941

3ª CENA: Alex completa a cronologia a partir de 1951

4ª CENA: Drones

5ª CENA; Hotel Renar

6 ª CENA: Entrevistar Ana Maria Camilo na Casa da Cultura.

7ª CENA: Entrevistar Elvito Cordebella em sua residência.

Alunos: Pedro Henrique Luiz Henrique Alex Antunes EEB Gonçalves Dias Fraiburgo – SC

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Dialeto Veneto no Frai

Nesta semana tive a oportunidade de conhecer a famosa professora Adis Cardoso, uma descendente de italianos da região do Veneto na Itália e que por décadas educou os Fraiburguenses. Um pouco da história dela e sua mensagem para as próximas gerações estão abaixo no vídeo!

Um abraço tchozinhos(as)!

Fraiburgo – Agosto de 2019 – por Joni Hoppen

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Mais histórias do Frai

Tchozinhos(as) , hoje tenho o prazer de apresentar uma rara entrevista gravada em Fraiburgo. O entrevistado é um dos cidadãos mais apaixonados pelo Frai que eu tive a oportunidade de conhecer, o seu Sérgio Fritsch da clínica Bixo da Maçã.

Na minha visão:

o Sérjão é um piazão que tá sempre por ali levantando materiais, esclarecendo dúvidas, interagindo forte nas redes sociais digitais e reais, sempre dando conselhos e colaborando voluntariamente para manter acesa a chama que ilumina a história e a cultura da nossa vidas tchozinas.

O vídeo está bem completinho então dispensa mais comentários. Aproveitem!

Saudações tchozinas!
Joni Hoppen

Entrevistador – Joni Hoppen – agosto 2019.

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Fogão a lenha na sala de aula?

Autor: Sérgio Fritsch

G.E GONÇALVES DIAS: Muito se fala atualmente sobre a educação ou a falta dela nas crianças e adolescentes do nosso país.

Iniciei meus estudos no Gonçalves Dias em 1969 com a direção da Irmã Taís, tendo como 1ª profª foi Racilba de Freitas – no 2º ano Dona Dalva Pelliciolli e 3º ano Vanda Ramos.

Era praxe:

  • fazer fila indiana para entrar nas salas de aula e cantar o Hino Nacional.
  • Sessões Literárias eram comuns, onde os alunos podiam manifestar suas habilidades artísticas como canto, teatro, jogral, declamações etc.
  • Quando se estudava pela manhã, era comum varrer a sala de aula e limpar as carteiras para a turma da tarde.
  • A merenda era a base de Sagú com leite, Sagú com vinho, sopa de legumes e leite com achocolatado (Toda como chamava a Dona Irma Schenatto – Dona Almira e Olinda Kades),servida com muito carinho.
  • Na saída da “aula” era comum as crianças “agarrarem” a professora pelo braço e disputa-la a tapa para ver quem chegava mais perto dela.
  • Se brigávamos na escola, apanhávamos em casa, sim, essa era a regra na casa dos Fritsch e na maioria das casas.
  • Uma das coisas mais pitorescas que tinha no GD era o AQUECEDOR/LAREIRA.
  • No rigoroso inverno, era comum “tacá fogo” na lareira e antes de escrever, a professora deixava a molecada aquecer os pés e as mãos, lembrando que os sapatinhos ficavam na porta de entrada, ao lado da parede.
  • O respeito e o amor aos nossos professores era enorme, permanecendo até os dias atuais. Nossos professores eram nossos heróis, bem diferente de hoje!

Esse aquecedor está na casa do Profº Chico Costela e é um dos últimos remanescentes do GD, quando tirei a fotografia o Chico tinha “tacado” fogo nele!

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Da fulga do comunismo até Fraiburgo – A história da Alemã Uli

Oi Tchozinhos(as),

Este post é para quem gosta de história.

Nas rara oportunidades de estar em Fraiburgo, tive a oportunidade de conhecer a senhora alemã ULI que nasceu na Alemanha durante a segunda guerra, na juventude conseguiu fugir do comunismo, viveu na Índia, Africa, Manaus e hoje é cidadã do Frai com um conhecimento profundo em diversos temas. E tem opiniões interessantes sobre nossa cultura.

Segue a entrevista para quem quer ter mais conhecimento de mundo e um dia viajar para conhecer novas facetas do mundo.

Agradecimentos especiais para ULI pelo tempo em compartilhar um pouquinho da sua vida! Viele Danke!

Se gostou, curta e compartilhe!

 

 

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De Paris para Fraiburgo. A trajetória de vida de Pierre Nicolas Pérès

Oi galerichos!

No dia 14 de setembro de 2012, consegui uns minutos de conversa com o super entusiasmado e aventureiro Pierre Nicolas Pérès. Aproveitem o precioso vídeo, as dicas e experiências de vida desta pessoa. Espero que possam conhecer mais da história das pessoas que ajudaram a construir a nossa terra.

Se puderem, gravem vídeos dos seus conhecidos e não deixem que as histórias se percam no tempo! Nós estamos só de passagem, mas as nossas histórias talvez não.  E se puderem, estudem inglês, espanhol e francês, porque o mundo é grande!

Agradecimento especial ao senhorPierre Nicolas Pérès.

 

 

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Taquaruçu – A Pérola do Contestado

Oi Tchozinhos(as)!

Vocês sabiam que um dos mais importantes livros sobre a cultura brasileira se chama “o povo Brasileiro” do autor Darci Ribeiro? Se puderem, leiam um dia, vale muito a pena. O problema é que este livro não toca na descrição do povo tchozino do meio oeste de Santa Catarina que alguns até confundem com cultura gaúcha mas é outra coisa, por isso leiam, estudem e aprendam a criar a história! Quando sobrar um tempo, vão lá conhecer a região e essa linda cachoeira! Só cuidado com os cachorro lá hehehe

Nesta linha, resolvi fazer a digitalização do livro “Taquaruçu – A pérola do Contestado” para que possam conhecer mais sobre os hábitos, causos e tragédias históricas que não podemos deixar batidos porque estão nos nossos genes e até na forma e no que trabalhos hoje.

Parabéns ao autor pela iniciativa da pesquisa e da publicação! Ao final, deixo o link das publicações que já fiz sobre o Taquaruçu! Outras publicações e referências podem ser encontras na wiki da cidade que está ficando cada vez mais rica – negaciem neste link – https://pt.wikipedia.org/wiki/Fraiburgo

Capa do livro tchozino – abaixo o link para o download do livro digitalizado.

Download do Livro digitalizado A-Perola-do-contestadoMenor

Algumas publicações anteriores aqui do Blog Lá no Frai!

Valeu, tchozinhos, até a próxima!

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Rodoviária estilo tchozina

Tentaram fazer algo parecido ao estilo europeu e tal, mas juro que lá na Europa você não encontra algo massa assim Emoticon smile. A constituiçã arquitetural, histórica, genética, linguística do Frai é algo que ainda precisa ser muito melhor estudado porque não se encaixa e nada então tem que se fazer uma caixa só para ela, na continuação das próximas gerações teremos mais gente pensando sobre isso e criando mais materiais.

They tried to do something in a European style and all, but honestly, you won’t find something this cool even over there in Europe 🙂
The architectural, historical, genetic, and linguistic makeup of Frai is something that still needs to be much better studied, because it doesn’t quite fit into any existing category — we need to create a whole new box just for it.
In the coming generations, we’ll have more people thinking about this and creating more materials.


Captura de Tela 2015-11-01 às 22.38.31

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