Como tirar a pocã no pé?

Olha só piazada como que se tira umas a pocanzinhas típicas de inverno lá no Frai.

Mas o que é essa fruta?

Fruta cítrica gostosa de comer e fácil de descascar. Não possui aquela membrana branca entre a casca e os gomos. Estes têm somente um emaranhado de fibras cobrindo a polpa. Menos ácida e de sabor menos ativo do que a mexerica

Senhor Alziro Pommerening Arrepiando com o pé!

A igreja Luterana do Frai

Tchozinhos e tchozinhas,

Hoje fiz uma visita surpresa à comunidade da igreja luterana de Fraiburgo onde eu pude rever as várias famílias que fizeram e ainda fazem parte da miscelânea cultural da cidade. Fui muito bem recebido e foi bom matar a saudades dos presentes!

A igreja em si já é um espetáculo de arquitetura e que faz parte da história da cidade desde 1968. Em um olhar histórico (negaciada histórica), a igreja luterana teve um papel importante na colonização ajudando a fazer a ponte entre o conhecimento local tchozino araucariano e os costumes alemães. Isso em épocas sem internet e whatsapinho pra lá e pra cá. Até hoje alguns membros preservam o idioma germânico und das ist fantastisch!

Datas de inauguração e reinauguração do templo.
IGREJA LUTERANA – 1965
Renato Melo Pereira 
ao lado da ababa “FORA” e Rogerio vulgo “Pelega”

Abaixo eu coloco um vídeo que eu fiz da parte de dentro da igreja. Ela foi toda reformada, antigamente era bastante escura pela cor das madeiras. Hoje está bem clara com bastante entrada de luz e com palavras bíblicas escritas nos vitrais.

Bom galerinha era isso, Fraiburgo de um modo geral é uma cidade muito religiosa com igrejas de diversos tipos, essa é uma delas e tem muita história. Não deixem de conhecê-la e participar também dos grandes almoços comunitários que realizam lá. Se vida é curta, que seja curta em comunhão!

Mais informações

Sabrina Fernandes – (49) 8824-9770

Garrafas Artísticas

Caros tchozinhos e tchozinhas, bão?

Fraiburgo é uma cidade com muito potencial turístico e artístico por suas características de clima, da colonização, da arquitetura, do sotaque e do jeitão da piazada.

Abaixo seguem alguns exemplares de um conjunto de garrafas personalizadas com o tema “Lá do Frai”. Elas podem ser suas e também um ótimo presente aos amigos de longe que vão ter sempre o Frai na memória!

Mais informações diretamente com a artista, dona Marinete número whatsapp (49) 9904-4171.

Fogão a lenha na sala de aula?

Autor: Sérgio Fritsch

G.E GONÇALVES DIAS: Muito se fala atualmente sobre a educação ou a falta dela nas crianças e adolescentes do nosso país.

Iniciei meus estudos no Gonçalves Dias em 1969 com a direção da Irmã Taís, tendo como 1ª profª foi Racilba de Freitas – no 2º ano Dona Dalva Pelliciolli e 3º ano Vanda Ramos.

Era praxe:

  • fazer fila indiana para entrar nas salas de aula e cantar o Hino Nacional.
  • Sessões Literárias eram comuns, onde os alunos podiam manifestar suas habilidades artísticas como canto, teatro, jogral, declamações etc.
  • Quando se estudava pela manhã, era comum varrer a sala de aula e limpar as carteiras para a turma da tarde.
  • A merenda era a base de Sagú com leite, Sagú com vinho, sopa de legumes e leite com achocolatado (Toda como chamava a Dona Irma Schenatto – Dona Almira e Olinda Kades),servida com muito carinho.
  • Na saída da “aula” era comum as crianças “agarrarem” a professora pelo braço e disputa-la a tapa para ver quem chegava mais perto dela.
  • Se brigávamos na escola, apanhávamos em casa, sim, essa era a regra na casa dos Fritsch e na maioria das casas.
  • Uma das coisas mais pitorescas que tinha no GD era o AQUECEDOR/LAREIRA.
  • No rigoroso inverno, era comum “tacá fogo” na lareira e antes de escrever, a professora deixava a molecada aquecer os pés e as mãos, lembrando que os sapatinhos ficavam na porta de entrada, ao lado da parede.
  • O respeito e o amor aos nossos professores era enorme, permanecendo até os dias atuais. Nossos professores eram nossos heróis, bem diferente de hoje!

Esse aquecedor está na casa do Profº Chico Costela e é um dos últimos remanescentes do GD, quando tirei a fotografia o Chico tinha “tacado” fogo nele!

Hotel Líbero

Uma foto histórica do Hotel Líbero na Rua. Arnoldo Frey, provavelmente final da década de 70.

Os carros dominantes eram os Fuscas, Corcéis, Bandeirantes e Rurais. Por coincidência somente carros resistentes a lamas profundas ;).

Outro fato marcante da nossa história era que as construções em madeira pereceram rapidamente ao tempo em comparação ao castelinho feito de pedra.

Imagem do grupo Fraiburgo Fotos e Fatos.

Feliz dia das mães tchozinas!

Querida mãe tchozina obrigado por:

Ter me feito sobreviver ao frio mais frio que existe no país! Dizendo:
– Leva mais uma blusa piá!
– Ponhe mais duas meia que tem geada!
– Feche o zíper de baixo, depois o de cima, mais esse botão aqui e amarre tudo bem firme com essa corda ligero!

Por ter me passado a vara de vime ou de marmelo quando “percisava”. Quando tchozinho, a gente não sabe que “entrá” com as bota embarrada em casa é ruim e que “Gatiá” os brinquedo dos amigos sem fazer o “Brique” é chato. Agora a gente sabe! Se vocês tivessem passado a vara no resto no pessoal que tá em Brasília, eles não tariam estorvando.

Obrigado por ter ensinado o dialeto cantado tchozino com frases tipo assim:
– Viu, o tchô!
– Nossa, de bunito que ficuó.
– Viu, largue mão.
– Apure piá, ligero!
– Venham e sentim na mesa!
– Esfregue esse pescoço craquento, ih tá craquento ainda!
– Se aligere se não vai pra vara!

Fazer pinhão pra gente! Imagina que nenhuma mãe da África, da Europa, da Ásia e das Américas consegue fazer isso? É muito amor!

Também, obrigado por ter mantido os butieiros em casa, sem butieiros não há butiá e se não há butiá, não o que sartá dos borso.

Bom é isso, um feliz dia das mães especial para as mães tchozinas que fazem da gente um povo muito, mas muito diferenciado mesmo.