Foto panorâmica da história / The remarkable past

Dear Friends, Galeritchos

Clique na foto para aumentar – Foto cedida por – Tyno Fotografias – Autor ainda desconhecido.

This picture was taken around the 1940’s when Fraiburgo was not even called Fraiburgo *Butiá Verde. Well, many things have changed ever since, but the core aspects remain the same such as the lake and the shape of some streets and our beloved chimney. At that time the economy was entirely based on sawmils. Click on the picture to enlarge it.

 Galeritchos, 

Dando uma bizoiada (olhar com os dois olhos) nessa foto panorâmica do Frai no anos 4o, quantos sentimentos e lembranças sobrepõe a visão tchozinhos(as)?

– Naquela época não existiam academias, pilates, o pessoal não ia caminhar no lago e ainda assim eram mais magros que hoje :).

– Os postes de eletricidade eram todos subterrâneos. Não se sabe ainda porque djanho tiram todos eles pra fora, deixando a cidade menos bonita :).

– As casas provavelmente não eram coloridas como hoje, pois, tê-las de pé contra a chuva e o frio já seria uma grande feito.   

– A internacionalmente famosa “Arnoldo Frey Road” já tinha árvores plantadas simetricamente em direção a atual casa da cultura.


– Havia mais segurança e não eram necessários muros e grades pois tudo era na base da auto coerção social teuto-tchozina.  – Aparentemente o caminhão que está lá na beira lago fazendo um poeirão estava parando pra dar carona pra um tchô de branco, o qual se não a ganhasse ficaria vestido de marrom aveludado. 

–  Se negaciá bem degavar da pra notar que bem embaixo na esquerda tem uns 3 tchô proseado forte e o bem da direita, com os braços cruzados, tava dizendo “Não me tróóveee”.

– No geral, a cidade parecia deserta. Provavelmente havia alguma festa lá na X de novembro (antiga Marechal Hindemburgo) ou talvez estavam todos no Facebook vendo as fotos antigas do Frai. 

– Não existia o Hotel Renar nem o Castelinho, alías, não existia quase nada a não ser chaminé o lago e o formato dos morros e algumas ruas.

Abaixo ficam ainda alguns questionamentos do Lá no Frai:

– Será que a vida naquela época era melhor? porque tem gente que reclama de tudo que se tem hoje?  

– Que árvore (espécie) seria aquela ao lado esquerdo da chaminé logo acima da caixa d’agua?

– Qual era a visão de mundo dessa galera, o que eles acreditavam e o que eles não acreditavam?  

– Como era o Fraiburguês da época? Como se comunicavam as famílias polonesas, alemães, italianas e os locais? 

– Será que no momento da foto era inverno ou verão? De onde ela foi tirada? quem foi o autor?

Concluindo, por mais que o tempo passe e que as coisas mudem de forma e de cor, o passado do Frai junto com suas lições de empreendedorismo internacional dos fundadores irão continuar alumiando (iluminando) os passos das novas gerações. Assim o Frai continua sua pernada na sua própria história rumo aos 100 anos. 

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