Hoje fiz uma visita surpresa à comunidade da igreja luterana de Fraiburgo onde eu pude rever as várias famílias que fizeram e ainda fazem parte da miscelânea cultural da cidade. Fui muito bem recebido e foi bom matar a saudades dos presentes!
A igreja em si já é um espetáculo de arquitetura e que faz parte da história da cidade desde 1968. Em um olhar histórico (negaciada histórica), a igreja luterana teve um papel importante na colonização ajudando a fazer a ponte entre o conhecimento local tchozino araucariano e os costumes alemães. Isso em épocas sem internet e whatsapinho pra lá e pra cá. Até hoje alguns membros preservam o idioma germânico und das ist fantastisch!
Datas de inauguração e reinauguração do templo.IGREJA LUTERANA – 1965 Renato Melo Pereira ao lado da ababa “FORA” e Rogerio vulgo “Pelega”
Abaixo eu coloco um vídeo que eu fiz da parte de dentro da igreja. Ela foi toda reformada, antigamente era bastante escura pela cor das madeiras. Hoje está bem clara com bastante entrada de luz e com palavras bíblicas escritas nos vitrais.
Bom galerinha era isso, Fraiburgo de um modo geral é uma cidade muito religiosa com igrejas de diversos tipos, essa é uma delas e tem muita história. Não deixem de conhecê-la e participar também dos grandes almoços comunitários que realizam lá. Se vida é curta, que seja curta em comunhão!
_______________________________________________ Lá no Frai é assim… Fraiburgo, a Place to be discovered!
O projeto nasceu em 2006 para preservar a cultura “Tchô” ou “Tchozina” e memória de Fraiburgo, abordando também temas valiosos de toda a região, de Santa Catarina e do Brasil. Hoje, o projeto que nasceu bilingue alcança milhares de leitores em varias partes do mundo. Tudo isso só é possível com a ajuda de voluntários, apoiadores e leitores como você. Quer compartilhar algo com a gente? Fale conosco!
The project was born in 2006 to preserve the Tchô culture and memory of Fraiburgo, also covering valuable topics from the entire region, Santa Catarina, and Brazil. Today, this bilingual project reachesthousands of readers across the globe. All of this is only possible thanks to volunteers, supporters, and readers like you.
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Esta é a imagem desenhada do Lago das Araucárias capturada em 2012 pelo blog e transformada em desenho pela talentosa artista argentina Gladys Zarza em 2017.
This is a drawing of the Araucarias Lake, originally captured in 2012 by the blog and later transformed into an artwork by the talented Argentine artist Gladys Zarza in 2017.
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G.E GONÇALVES DIAS: Muito se fala atualmente sobre a educação ou a falta dela nas crianças e adolescentes do nosso país.
Iniciei meus estudos no Gonçalves Dias em 1969 com a direção da Irmã Taís, tendo como 1ª profª foi Racilba de Freitas – no 2º ano Dona Dalva Pelliciolli e 3º ano Vanda Ramos.
Era praxe:
fazer fila indiana para entrar nas salas de aula e cantar o Hino Nacional.
Sessões Literárias eram comuns, onde os alunos podiam manifestar suas habilidades artísticas como canto, teatro, jogral, declamações etc.
Quando se estudava pela manhã, era comum varrer a sala de aula e limpar as carteiras para a turma da tarde.
A merenda era a base de Sagú com leite, Sagú com vinho, sopa de legumes e leite com achocolatado (Toda como chamava a Dona Irma Schenatto – Dona Almira e Olinda Kades),servida com muito carinho.
Na saída da “aula” era comum as crianças “agarrarem” a professora pelo braço e disputa-la a tapa para ver quem chegava mais perto dela.
Se brigávamos na escola, apanhávamos em casa, sim, essa era a regra na casa dos Fritsch e na maioria das casas.
Uma das coisas mais pitorescas que tinha no GD era o AQUECEDOR/LAREIRA.
No rigoroso inverno, era comum “tacá fogo” na lareira e antes de escrever, a professora deixava a molecada aquecer os pés e as mãos, lembrando que os sapatinhos ficavam na porta de entrada, ao lado da parede.
O respeito e o amor aos nossos professores era enorme, permanecendo até os dias atuais. Nossos professores eram nossos heróis, bem diferente de hoje!
Esse aquecedor está na casa do Profº Chico Costela e é um dos últimos remanescentes do GD, quando tirei a fotografia o Chico tinha “tacado” fogo nele!
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Então tchozinhos(as), por que escrever um blog sobre Fraiburgo?
Certa vez, nos anos 2000, na aula de mecanografia (datilografia) do curso técnico em contabilidade na antiga FEAF, o professor Luciano (não lembro o sobrenome) trouxe um convidado da Agrícola Fraiburgo para falar sobre o futuro do trabalho. A mensagem mais importante desta aula e que me marcou para sempre foi:
“Piazada, vocês precisam dominar o inglês e espanhol porque o Brasil precisa se abrir e vocês que farão essa abertura”
Se já é difícil hoje com internet e aplicativos como o Duolingo para estudar outros idiomas, imagina naquela época que usávamos orelhões ainda.
Florianópolis
Quando terminei os estudos em Fraiburgo em 2001, me bandiei para Florianópolis onde teria mais acesso a conhecimento e talvez a internacionalização. Logicamente que passei por dificuldades duplo twist desde falta de trabalho, dinheiro, comida e moradia. Inclusive passei meses vivendo sem geladeira. Talvez vocês não façam ideia do que é isso, mas a única forma de evitar de perder um alimento era comer tudo antes de estragar, o leite por exemplo (quando tinha), tomava que nem um terneiro.
Passadas as grandes dificuldades tchozinas em terras manezinhas (com a ajuda de muita gente) e também mais acostumado com as diferenças de sotaque e sobre tudo de mentalidade, consegui comprar o primeiro curso de inglês e prospectar a primeira viagem para os Estados Unidos.
Estados Unidos 2005
Os EUA é um país fantástico que oferece aos jovens tchozinhos ou não a possibilidade de trabalhar 4 meses em estações de ski, colônias de férias, restaurantes e etc durante o período das férias da universidade – Dezembro a Março. Felizmente consegui juntar os 5 mil reais necessários para todo o processo e embarquei ao final de 2005.
Chegando lá, parecia que tinha acabado de entrar num filme. Era engraçado ver as pessoas se comunicando em inglês de verdade. Nessa hora ficou bem claro que o curso de 1 ano intensivo de inglês não tinha dado conta da complexidade intelectual do aprendizado.
Lá trabalhei como:
Ajudante de garçom (ajudava a controlar a água das mesas, lá eles sempre jantam tomando água além da Coca, vinho e etc.)
Voluntário em uma comunidade de idosos que faziam o replantio de árvores nativas da montanha e tinham paciência com meu inglês
Professor de ski para crianças até 5 anos.
Cantador de serenatas no restaurante (ganhava muita gorjetas, uns 25 dólares por apresentação por mesa).
Auxiliar de escritório fazendo planilhas de excel para uma firma na montanha (conheci no grupo de voluntários).
Durante esse tempo, aprendi muito sobre o jeitão da piazada de lá e comecei a valorizar também as coisas na minha terra. Nessa época tinha muita dificuldade em duas coisas: Expressar minhas ideias no idioma e mostrar materiais da minha terra, principalmente do Frai.
O resumo do trabalho nos EUA foi: Bom financeiramente porque o valor faturado foi maior do que o investido e o feedback dos amigos que dizia mais ou menos assim de forma traduzida para o tchozitonês clássico:
“Piá do céu, se você quiser trabalhá em algo internacional vai precisá melhorá muito o inglês, tamém vai ter que conseguir fazer briques com tudo que é tipo de gente de pessoas simples até super instruídas”.
Voltei para o Brasil e continuei negaciando as coisas do idioma. Até comprar um curso de inglês em Londres na Inglaterra.
Londres, Inglaterra – 2006-2007
Chegando em Londres com o visto e tudo certinho fui com visto de estudante e tinha o direito de trabalhar 20h por semana lá, o que dava para manter os custos em ordem. Tirando fato de que havia parado no pior lugar da cidade, no gueto Brasileiro o bairro do Halesden.
Incrivelmente era possível ver pessoas morando há mais de 10 anos lá sem falar quase nada do idioma. Os brasileiros mais antigos compravam casas de famílias tradicionais britânicas (4 pessoas) e depois alugavam para turmas de brasileiros que chegavam a quase 15 por casa. Isso fazia com que a única forma de estudar em casa era ficar trepado na escadaria com os cadernos e livros.
Saltando bem a história, um dia alguém entrou em meu quarto e roubou meu pertences. Aí foi tenso. Felizmente, uma família Britânica estendeu a mão e ofereceu a seguinte oportunidade:
Nossos filhos já se casaram e saíram de casa e você pode vir morar com a gente para poder se concentrar nos estudos e na sua prova do final do semestre. Você não precisa pagar aluguel e alimentação, podemos ajudar teus estudos com livros e jornais que lemos constantemente. Em troca o que você deve fazer é:
– Não trazer qualquer pessoa de fora para dentro de nossa casa
– Estudar tudo que puder para passar na prova
– Um dia desenvolver algum projeto legal para o lugar de onde você veio, nós acreditamos que é possível ajudar uma pessoa que depois ajudará muitos outros.
Pode ser assim?
Resultado, topei e fiz o que foi combinado. Aprendi muito, muito mesmo. Estudei materiais de construção de igrejas medievais e arquitetura (por isso várias análises da arquitetura do Frai) , li livros de economia, tive que me acostumar com costumes britânicos de usar o garfo virado para baixo e colocar o arroz na parte de cima (na parte curva). Aprendi também que:
Cultura não é algo que se avalia como melhor ou pior e sim algo diferente, simplesmente diferente.
Abaixo estão dois vídeos gravados na casa onde morei dentro do jardim botânico Real chamado Kew Gardens.
Vista de dentro da sala de estudos e do jardim da casa.
Vista da frente da casa e do palácio holandês no jardim botânico.
O nascimento do Blog
Na volta a Fraiburgo pude fazer algumas apresentações para alunos nas escolas públicas para contar das experiências, assim como me deram a oportunidade lá no passado na FEAF. O problema é que não conseguiria escalar a transmissão das ideias. Por exemplo, em um dia falei com 3 turmas no Colégio Padre Biagio e a voz já tava lascada. Assim, o projeto Lá no Frai demorou um pouco para sair do papel. até pensei em fazer um livro fechado, mas fazer um blogs poderia ser um tipo de livro aberto e em constante evolução gerando impactos positivos no Frai.
Enfim, aí estamos, propagando um pouco da nossa cultura pelo mundo com fotos, documentários, coisas puramente tchozinas como o sotaque e os pinhões. Sempre seguindo o lema:
Lá no Frai é assim…Coisas sobre Fraiburgo, humor, cultura tchozina, e outras ideias de valor…
Futuro
Piazada, se preparem para o futuro aprendendo inglês, espanhol e acrescento em negrito: Matemática e inteligência artificial. Se conseguirem, depois devolvam os ensinamentos para outras pessoas dos lugares de onde vocês vieram.
Sucesso piazada! Não se entreguem! A gente saí do Frai, mas o Frai nunca sai da gente!
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A praça Maria Frey, construída em 1994 e hoje é um dos principais pontos turísticos de Fraiburgo, não só pelo termómetro (um dos maiores das Américas), mas também pela localização no coração da cidade ao lado do Lago das Araucárias ao pé do morro do Hotel Renar e do Castelinho.
Essa foto é um espetáculo de história, natureza e da arte de artífices locais. O aspecto dos pinheiros Araucárias existentes somente nesta região do mundo faz de Fraiburgo um lugar cada vez mais único no mundo. Joni Hoppen
Fonte: Projeto Nosso Amado Frai FRAIBURGO/SC Pra quem curte nossa linda e amada cidade… De todos os ângulos —usem #nossoamadofrai —Não pertencemos ao setor Público.
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Nas rara oportunidades de estar em Fraiburgo, tive a oportunidade de conhecer a senhora alemã ULI que nasceu na Alemanha durante a segunda guerra, na juventude conseguiu fugir do comunismo, viveu na Índia, Africa, Manaus e hoje é cidadã do Frai com um conhecimento profundo em diversos temas. E tem opiniões interessantes sobre nossa cultura.
Segue a entrevista para quem quer ter mais conhecimento de mundo e um dia viajar para conhecer novas facetas do mundo.
Agradecimentos especiais para ULI pelo tempo em compartilhar um pouquinho da sua vida! Viele Danke!
Se gostou, curta e compartilhe!
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Vocês sabiam que um dos mais importantes livros sobre a cultura brasileira se chama “o povo Brasileiro” do autor Darci Ribeiro? Se puderem, leiam um dia, vale muito a pena. O problema é que este livro não toca na descrição do povo tchozino do meio oeste de Santa Catarina que alguns até confundem com cultura gaúcha mas é outra coisa, por isso leiam, estudem e aprendam a criar a história! Quando sobrar um tempo, vão lá conhecer a região e essa linda cachoeira! Só cuidado com os cachorro lá hehehe
Nesta linha, resolvi fazer a digitalização do livro “Taquaruçu – A pérola do Contestado” para que possam conhecer mais sobre os hábitos, causos e tragédias históricas que não podemos deixar batidos porque estão nos nossos genes e até na forma e no que trabalhos hoje.
Parabéns ao autor pela iniciativa da pesquisa e da publicação! Ao final, deixo o link das publicações que já fiz sobre o Taquaruçu! Outras publicações e referências podem ser encontras na wiki da cidade que está ficando cada vez mais rica – negaciem neste link – https://pt.wikipedia.org/wiki/Fraiburgo
Capa do livro tchozino – abaixo o link para o download do livro digitalizado.
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Existe alguma forma de morar em Fraiburgo sem ser a cidade de Fraiburgo e ainda viver em uma cultura que não inclui o pinhão como sagrada? Potencialmente sim e é o que vamos mostrar abaixo.
Fazendo um levantamento do nome de Fraiburgo na base do IBGE, filtrei as seguintes informações das cidades onde há ruas com o nome de “Fraiburgo”. Fiquem a vontade para dar uma negaciada (olhada atenta) para ampliarem seus conhecimentos de mundo, se não de Brasil.
Uma observação, tanto o IBGE como os Correios usam bastante a “logradouro”. Particularmente, como mamífero da classe “tchô”, “logradouro parece como o lugar que te logram. Quem nunca usou essa costura vocabular para equilibrar uma conversa como por exemplo: “- Mas pare tchô, não me logre!”
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É verdade, mais pessoas estão ajudando a divulgar as coisas topinhas do Frai. Vejam só, o Instagram do “Nosso Amado Frai” para conferir o trabalho deles. Selecionei apenas duas das fotos!
Lá no Frai, sempre apoia essas iniciativas! Vamos em frente porque não está e nunca estará morto quem peleia tchô! Nem que caia um par de butiá dos borso!
Boa semana!
Meu amado Frai
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Utilizando alguns ferramentas de análise de dados, extraí o conteúdo do twitter que se referiam à nossa cidade. O resultado está aí, enquanto maior a palavra, mais vezes ela foi usada. Boa análise!
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