Patrimônio arquitetônico Tchozino / Tchozino’s architetonic heritage

Para quem lembra do post “Análise arquitetônica comparativa”, seguem duas versões adaptadas de Caçador, uma feita pelo Anônimo Caçador tchô e outra por Nelvio Junior (materializador). Realmente não sabia que tinha chaminé por aquelas bandas, será que é irmã da do Frai? Fazendo uma pesquisa internet vi que as informações das duas torres são muito desencontradas, por exemplo alguns dizem que a do Frai foi feita em 1940 outros 39 e ainda no site da prefeitura 1950. Ainda, qual é altura dela? Número de tijolos (dá pra mensurar sim), capacidade de queima, tempo de construção, quanto custou a reforma e etc.

Essas coisas são só o começo de uma  reflexão sobre o desenvolvimento turístico das cidades e como poderíamos gerar valor monetário a partir de nossos símbolos? Na última vez que estive no Frai, fui na lojinha de artesanatos ao lado do lago (muito bonitinha por sinal) e encontrei centenas maçãs e recordações de Fraiburgo, mas não encontrei nenhuma chaminé, nem ao menos um chaveirinho de souvenir. Resultado, entrei no modo Tchozinho desacorçoado :(. Fraiburgo não é só maçã, é arquitetura, o lago, história, dinos e o que mais as próximas gerações quiserem que ela seja. Pow piazada, tem tanto tchô que daria um dedo pra ir pra Paris tirar uma foto na torre Eifel e depois postar no Facebook, então como nós podemos fazer para que os outros venham até nossas cidades, valorizem nossas coisas e divulguem a nossa história, o nosso jeito e etc? 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *