Do Frai à Holanda (parte 1) From Fraiburgo to the Netherlands (part 1)

Tchozinhos e Tchozinhas, Dear all.

Semanas puxadas e com muitos acontecimentos na vida do Tchozinho. Dentre eles a missão econômica Holandesa ao Brasil. Os próximos posts vou me dedicar aos assuntos da Holanda, pois vira e mexe, me perguntam qual a minha relação com este país e o que isso tem haver com o Frai. O objetivo é dar uma perspectiva pessoal, principalmente aos tchozinhos e tchozinhas em formação, sobre quais são os desafios da nova economia, a qual se caracteriza por ser cada vez mais internacionaliza, multidisciplinar, multiétcnica, multireligiosa, multiblablabla e vários outros multis que inevitavelmente impactam na qualidade da educação e cognição de cada indivíduo.

 After busy days, in the coming weeks I will endeavour myself to write a bit more about the Netherlands and the Dutch economic mission that was held in Brazil in nov-2012. Firstly I will give a quick overview on what do I have to do as Fraiburguese with the kingdom of the Netherlands. Firstly I will give a quick overview of my history as a Fraiburguese with the kingdom of the Netherlands.

Encontro com o embaixador em Brasília

Encontro com o embaixador em Brasília – Meeting with the Dutch ambassador in Brasília
Tchozinho do Frai – Marcelo Chiminazzo (São Paulo) – Kees Rade, Embaixador da Holanda – Marina Cavalcanti (Pernambuco) Emly Costa (Ceará) – Paulo Mendes Glória (Espírito Santo)

Quando vivia no Frai sempre quis saber como era o mundo lá fora mas as informações eram sempre escassas e desconectadas além das barreiras linguísticas. A cultura do cada um por si e do soma zero (quando um ganha e outro perde) ainda é bastante presente na cultura tchozina, mas já isso já foi muito pior. Tenho a impressão, pouco a pouco, a galerinha está começando a ver como é importante desejar o sucesso de todos, pois quando um ganha, todos ganham com a geração de novas oportunidades. 

When I used to live in Fraiburgo, I always wondered how would be the world abroad, but information was scarce and disconnected, needless to mention the language barriers. The culture that always predominated in Brazil was the sum zero one (if one wins someone has to lose). However, in recent years I have the feeling that this is changing rapidly towards a more winning-winning one. So the objective of these writings is to give some useful information to young students who will face much more internationalized world. In this sense, my introduction of the Dutch internationalized mind-set is my contribution.  

Keep reading…..

Descoberta da início da peleia:

Discovering Holland and preparations:

Certa vez botei na cabeça a ideia de estudar fora do Brasil e no radar apareceu a Holanda oferecendo cursos de mestrado em várias áreas ministradas em inglês. Só que havia um problema, eu não sabia o tal do inglês e não tinha grana para bancar uma locurage cara dessas, o dólar oscilava de 3 a 5 reais e o Euro era ainda pior, fazer planos era quase impossível.

Long ago I decided that I needed to study abroad and at that time Holland popped up in my radar, offering master courses thought entirely in English, which was a good surprise to me. The problem was, my English was poor and my pockets too. So what could I do?

 Na época da graduação, falei com alguns amigos sobre a ideia de estudar na Holanda e tal até que por coincidência um deles falou que a princesa “Máxima” (Argentina casada com o príncipe da Holanda) estava em Florianópolis lidando com as ideias de microcrédito em Santa Catarina e lá foi um Tchozinho no hotel onde estava a comitiva com uma carta de intenção traduzida do inglês para Holandês (traduzida por amigo da internet). A carta foi repassada à embaixada, a qual retornou a correspondência informando todos os passos para estudar na Holanda (é galera o mundo sem internet era assim):

 Once telling my intentions to study in Holland to my friends at the university one of them told me that the princess “Maxima” was in Florianópolis in a mission regarding the microcredit or something like that. So I wrote letter in English about my intentions to study in Holland and send to a Dutch friend who in turn translated to Dutch. So the letter was delivered and the Dutch embassy replayed with the following steps (more or less):

01 – Escolher o curso e a universidade na qual pretende estudar.
02 – Fazer a matrícula no curso entregando todos os documentos da graduação traduzidos mais certificado de proficiência da língua inglesa.
03- Uma vez recebido a carta de aceitação da universidade dizendo ”Declaramos que o tchô tal, tal e tal foi aceito no curso de tal e tal”. 
04 – Escolher as bolsas de estudo e enviar mais um monte de documentos e a tal carta de aceitação.

01 – Find the university course in which you would like to study .
02- Apply for the course following all the requirments (documents and stuff)
03 –The university issues the acceptance letter
04 – Apply for the scholarships with the acceptance letter in attachment.

 Resultado, esses 4 passos demoram alguns anos para acontecer e ainda tinha o risco da bolsa ir para um dos milhares de indianos ou chineses que também às disputavam.  Nesse tempo de preparação me bandiei para os EUA para praticar o inglês trabalhando de garçom, instrutor de ski, cantor de serenatas e alguns trabalhos voluntários e etc.  Um ano de cursinho de inglês no Brasil mais 4 meses nos EUA não foram suficientes para adquirir a fluência necessária. Assim com o inglês  ainda malexo fui parar em Londres, onde trabalhei estudei mais 6 meses e consegui finalmente tirar o tal da certificação IELTS Cambridge (quem sabe um dia escrevo essas aventuras no blog). 

 As a result, those steps took me 4 years to happen and I still had a high risk of losing my scholarship to one Indian and Chinese also applied. During this preparation time, I had to save quite some money to effort a work experience in the USA where I could practice my poor English. In there, I worked as a busser, ski instructor, serenate singer and volunteer. But these 4 months were not enough to become good at English (academic level). So I went to study in London where I finally got the IELTS Cambridge certificate (another time I write how it happened)

Resumo, de volta ao Brasil segui todos os passos acima e fui contemplado com a bolsa de mestrado de 2 anos cobrindo todas as despesas de viagem, moradia, alimentação e principalmente o custo da educação numa das melhores universidades técnicas da Europa) (qui tem um vídeo que resume o tempo de Holanda). Em 2010, de volta ao, Brasil participei de uma seleção para representar a educação Holandesa no Brasil pena Nuffic NesoBrasil a qual é o braço da educação da embaixada no Brasil. Passando na seleção, fizemos um super treinamento em Brasília com visita ao embaixador  da Kees Rade. Meses depois tivemos mais uma bateria de treinamentos, só que na Holanda (foto abaixo). Nos próximo post comento sobre os resultados desses projetos em 2012. 

 Back to Brazil, I followed all the step and eventually got the scholarship with all expanses covered to study in Holland in one of the top technical universities of Applied sciences (university of Twente). In 2010 I was selected to represent the Dutch education in Southern Brazil. The first training section took place in Brazilian where I met the others folks and the ambassador do the Nethelands in Brazil Mr. Kees Rade. Months later, another battery of courses took place back in Holland in the worldwide alumni meetings in The Hag.In the coming posts I will post the results of these projects with Holland.

Encontro mundial de ex-alunos – Worldwide alumni meeting

ContinuaçãoDo Frai à Holanda parte 2

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *